Roubo do Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau

Polícia Civil anuncia prisões dos assaltantes do aeroporto de Blumenau

Durante o roubo ocorrido em março em Blumenau, uma troca de tiros entre polícia e assaltantes resultou na morte de uma jovem de 22 anos

Carro-forte foi atingido por vários disparos no Aeroporto Quero-Quero - Foto: Divulgação


Carro-forte foi atingido por vários disparos no Aeroporto Quero-Quero - Foto: Divulgação

Um dia depois da prisão do suposto mentor do assalto milionário ao aeroporto de Guarulhos, a Polícia Civil de Santa Catarina anunciou que os autores do roubo do Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau, começaram a ser detidos.

Uma coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (13) com os delegados responsáveis pela investigação explicará todos os detalhes da operação.

Em nota, a Polícia Civil informou neste domingo (12) apenas que "através da Divisão de Roubos e Antissequestro - DRAS/DEIC e da Divisão de Investigação Criminal - DIC/Blumenau, deu início às prisões dos autores do roubo ao Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau, ocorrido em 14 de março de 2019".

À época, uma troca de tiros entre polícia e assaltantes resultou na morte de uma jovem de 22 anos. Ela trabalhava em uma malharia localizada próxima ao aeroporto de Blumenau.

Dois vigilantes da empresa de valores foram gravemente feridos. Foram roubados R$ 9,8 milhões, sendo considerado o maior roubo já acontecido no Estado.

Prisão em São Paulo

Na madrugada de sábado (11), a Polícia Civil de São Paulo prendeu Francisco Teotônio da Silva Pasqualini, suspeito de ser o mentor do roubo de carga de 750 quilos de ouro no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, avaliados em R$ 120 milhões.

Na conclusão do inquérito, em agosto do ano passado, o delegado Pedro Ivo Corrêa afirmou que a primeira fase da investigação já apontava para Pasqualini como chefe da quadrilha.

"Ele tinha armamento e conhecimento para arregimentar outros para a participação no roubo", explicou Corrêa. A prisão dele e de outros suspeitos já havia sido decretada em 2019.

De acordo com a investigação policial, Pasqualini tinha um relacionamento com a irmã de Peterson Brasil, outro preso envolvido no roubo milionário. Este, por sua vez, teria atraído Peterson Patrício, o funcionário do aeroporto que disse, em primeiro momento, que foi feito refém e, em seguida, confessado participação no crime.

Pasqualini, segundo o delegado, possui passagens por roubo a carro forte, em 1982 e 1993. Corrêa disse, também, que integrantes do grupo participaram de outros grandes roubos, como o da Prossegur, no Paraguai.

Ligação entre os assaltos

No início das investigações a Polícia Civil cogitava uma possível ligação entre os assaltos de São Paulo e Santa Catarina.

Entretanto, eram apenas suspeitas. Nesta segunda-feira os delegados Anselmo Cruz e Rodrigo Raitez devem contar se elas se confirmaram ou não.

REDAÇÃO ND, BLUMENAU

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