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Santa Terezinha
25 Fevereiro 2021 11:47:00

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Nesta quinta-feira (25) o Secretário de Administração Adilson Wolinger (representando o Prefeito Genir Antônio Junckes que está em isolamento por conta do COVID-19), juntamente com a Procuradora Geral do Município Dra. Débora Machado estiveram em Audiência no Ministério do Desenvolvimento Regional no setor da Defesa Civil com o Secretário Nacional Alexandre, acompanhados do Deputado Federal Peninha.

Objetivo principal da audiência foi buscar soluções e recursos para dar andamento das obras nas Pontes de Iracema e Barra da Prata e a Construção dos acessos.

Após a audiência o Secretário de Administração entregou um ofício de solicitação de recursos no valor de 400 mil reais para pavimentação asfáltica em vias do município. Teve a garantia do recurso e também de mais 200 mil reais para a saúde do município.


Segurança
25 Fevereiro 2021 11:06:00

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Um homem de 39 anos morreu na madrugada desta quinta-feira, dia 25, após troca de tiros com a Polícia Militar, na rua Frieda Kruger, no bairro Salto do Norte, em Blumenau, Litoral de Santa Catarina. Ele seria suspeito de cometer um assalto no estacionamento de uma farmácia, no centro da cidade.

Segundo informações da Polícia Militar (PM), após o assalto, o homem e seu comparsa de 25 anos, fugiram e ao perceberem a chegada da PM, tentaram se esconder no mato. Durante o cerco, um deles teria começado a atirar contra os policiais, que revidaram.

O homem acabou baleado, o Samu chegou a prestar socorro, mas ele não resistiu e morreu antes de ser levado ao hospital. De acordo com a Polícia, ele estava foragido e tinha 12 passagens criminais, entre elas por roubo, porte de arma e ameaça.

O outro envolvido no roubo, também foi localizado, preso e encaminhado à Central de Plantão Policial. Ele possui 26 BOs, por crimes como roubo e tentativa de homicídio.

Nenhum policial teria ficado ferido durante a ação, o material roubado no estacionamento da farmácia foi recuperado.

Fonte: ND Mais 


Notícia
25 Fevereiro 2021 10:53:00

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Na última terça-feira (23), um menino de 6 anos foi encontrado amarrado com um arame no muro de uma casa me Paranavaí, no noroeste do Paraná.

Os vizinhos viram a cena e ficaram revoltados. A Guarda Municipal foi acionada e encontrou a criança debruçada no chão amarrado pelo tornozelo.

As equipes encontraram a mãe do menino na casa e ela afirmou que o amarrou para ele não sair para a rua. Ela foi encaminhada a Delegacia de Polícia Civil.

Fonte: RP190



Coronavírus
25 Fevereiro 2021 10:18:00

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O Secretário de Estado da Saúde emitiu uma nota hoje pela manhã a todos os municípios alertando que SC está entrando em colapso em razão do avanço acelerado da pandemia e da superlotação dos hospitais. Ele considera que todos os esforços que estão sendo feitos até o momento não estão sendo suficientes para reduzir os números e solicita medidas mais enérgicas e urgentes por parte dos municípios.


LEIA ABAIXO A NOTA NA ÍNTEGRA:

"Preciso informar a todos que a situação da pandemia deteriorou no Estado todo e , a exemplo do que acontece nas regiões mais a oeste, estamos entrando em colapso! Todos os esforços de Estado e municípios , até então, são insuficientes em face à brutalidade da doença. Infelizmente, percebesse fenômeno similar no resto do País. Solicito aos gestores municipais que tomem medidas emergenciais para diminuir significativamente a circulação das pessoas, mantendo apenas serviços essenciais e que convoquem toda a força de trabalho da Saúde para o enfrentamento. Estamos mobilizados para fazer todo o possível para diminuir sofrimentos impostos às pessoas , mas a força e gravidade deste momento estão suplantando o resultado das nossas ações.

André Motta Ribeiro

Secretário de Estado da Saúde de SC"


O Secretário também enviou um ofício aos Secretários Municipais de Saúde, com data de ontem, que segue:





Acidente
25 Fevereiro 2021 10:03:00

Acidentes ocorreram num intervalo de uma hora no trecho da rodovia que corta o Vale do Itajaí

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O Vale do Itajaí teve uma terça-feira (23) violenta no trânsito. Num intervalo de apenas uma hora, três graves acidentes ocorreram na BR-470, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal. As colisões, que aconteceram em Lontras, Ibirama e no trevo de Luiz Alves, tiraram a vida de quatro pessoas.

O primeiro acidente foi por volta das 17h30, no KM 10,6, no trevo de Luiz Alves. Um caminhão e um carro bateram de frente. No veículo de passeio estava José Brasiliano de Amorim, de 50 anos, que chegou a ser socorrido, mas morreu no Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí.

Uma gestante e uma criança de nove anos também estavam no carro e foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros com quadro estável.



Menos de trinta minutos depois, às 17h55, outro acidente. Desta vez no quilômetro 125,9 da BR-470, em Lontras. As irmãs Ana Beatriz da Silva Sobral, de 10 anos, e Ana Gabriela da Silva Sobral, de 8 anos, morreram na hora.

Elas estavam num Gol com placa de Navegantes quando se envolveram em uma colisão lateral com um Golf, de Rio do Sul. A mãe das meninas e o motorista do outro carro sobreviveram.




Cerca de meia-hora depois, a menos de três quilômetros dali, no KM 122,6, em Ibirama, mais uma colisão fatal. Maressa Galvani Schneider, de 28 anos, dirigia um Fiat Palio quando perdeu o controle da direção e bateu de frente em um caminhão.

A jovem chegou a ser socorrida com vida pelos bombeiros, mas teve uma parada cardiorrespiratória e faleceu logo após dar entrada no Hospital Waldomiro Colautti. Ela era moradora de Presidente Getúlio.




Fonte: ND+


Coronavírus
25 Fevereiro 2021 09:24:00

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A taxa de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para covid-19 passou dos 93% em todas as regiões do estado ontem pela manhã, com as cidades do Meio Oeste e região Serrana atingindo 100%. Os percentuais são válidos para os leitos intensivos adultos, conforme o mapa de ocupação hospitalar da secretaria Estadual de Saúde, representando 27 leitos vagos.

Para a região de Itajaí, o painel mostrava ocupação de 93,94% das UTIs, o que representava só seis leitos disponíveis entre os 99 ativos na Amfri. Considerando o total de leitos gerais existentes na região, incluindo os destinados pra outras doenças, a taxa se mantinha no mesmo patamar: 93,33%. O índice ficou perto da média estadual, de 94%, mostrando que o colapso nas UTIs avança também à nossa região.

No início da noite de ontem, o centro de covid de Balneário Camboriú tinha dois leitos vagos na UTI, com 93% de ocupação. No hospital da Unimed, 16 dos 18 leitos de UTI estavam ocupados mas, com a enfermaria cheia, a previsão era de a UTI voltar à lotação máxima. Em Itajaí, a ocupação segue em alta e atingiu 95,7% na UTI do hospital Marieta Konder Bornhausen, restando apenas três leitos vagos dos 70 existentes.

Na terça-feira, o governo estadual anunciou a ampliação de 110 novos leitos de UTIs em oito cidades de três regiões de Santa Catarina. A Amfri não foi contemplada na distribuição, mesmo com a alta na ocupação. A prefeitura de Itajaí cobra a ampliação dos leitos de UTI no complexo Madre Teresa e mais leitos de enfermaria. 

Fonte: Diarinho


Coronavírus
25 Fevereiro 2021 09:22:00

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1. Existem mais artigos sobre SARS-CoV-2 e covid-19 do que sobre malária

Há um ano, ficamos surpresos que, em pouco mais de um mês, desde a notificação dos primeiros casos, já existiam mais de 164 artigos científicos no PubMed (um mecanismo de busca de acesso aberto para consultar publicações científicas) sobre o novo vírus e a doença.

Hoje esse número se multiplicou por mais de 600 e já ultrapassa os 100 mil artigos, mais do que os que aparecem sob o título de "malária", por exemplo. Mais de 4,8 mil estudos em andamento sobre tratamentos e vacinas estão registrados.

Sabemos mais sobre SARS-CoV-2 e covid-19 do que sobre outras doenças que temos estudado por décadas.


2. Mais de 200 novas vacinas

Há um ano, foi destacado que havia oito novos projetos de vacinas contra o coronavírus SARS-CoV-2.

De acordo com o portal bioRENDER, existem agora mais de 195 candidatas, com pelo menos 71 já em ensaios clínicos.

Elas empregam todos os tipos de tecnologias: vírus vivos atenuados, vírus inativados, subunidades de proteínas, vetores virais recombinantes, partículas semelhantes a vírus (VLPs), DNA e mRNA.

Nunca se investiu tanto dinheiro e houve tanta colaboração para o desenvolvimento de vacinas entre entidades públicas e privadas, centros de pesquisa, universidades, empresas farmacêuticas, empresas e ONGs.

Alguns projetos foram abandonados, mas outros já foram autorizados pela OMS: Pfizer/BioNTech e Moderna com tecnologia de mRNA, AstraZeneca/Oxford e Sputnik V com tecnologia de adenovírus recombinante e o Sinopharm chinês, com coronavírus inativos.

Pelo menos 20 outras vacinas já estão em ensaios clínicos de fase 3 e podem ser aprovadas nas próximas semanas e meses, se os resultados forem satisfatórios.


3.As vacinas mRNA são muito seguras

Um dos possíveis efeitos graves das vacinas é a anafilaxia, uma reação alérgica com risco de vida que geralmente ocorre logo após a aplicação da vacina.

Os dados do primeiro mês de vacinação foram analisados ??nos EUA, onde foram administradas mais de 17,5 milhões de doses (exatamente 9.943.247 da vacina Pfizer/BioNTech e 7.581.429 da vacina Moderna).

O Sistema de Notificação de Reações Adversas à Vacina (VAERS) registrou apenas 66 casos de anafilaxia (47 com a vacina Pfizer/BioNTech e 19 com a vacina Moderna).

Isso representa menos de 4 casos por milhão de doses ou 0,0003% de todas as doses analisadas. Vinte e um (32%) desses 66 casos tiveram registros anteriores de anafilaxia por outros motivos. Nenhuma morte foi detectada.

Se comparado com o número de casos de Covid-19, as sequelas deixadas pela doença e o número de óbitos, o benefício das vacinas supera em muito os possíveis efeitos adversos.

Tudo isso nos permite afirmar que, por enquanto, as vacinas de mRNA são muito seguras.


4. As vacinas são eficazes

Israel é o país com a maior população já vacinada.

No início de fevereiro e desde o início da campanha em dezembro, mais de 3,67 milhões de israelenses receberam a primeira dose da vacina de mRNA da Pfizer/BioNTech.

Isso representava cerca de 40% da população do país. Mais de 28% também receberam a segunda dose. Entre aqueles com mais de 60 anos, mais de 80% foram vacinados.

Dados preliminares mostram que a vacinação está sendo eficaz.

O número de infecções está diminuindo significativamente, especialmente entre pessoas com mais de 60 anos. Nessa faixa etária, houve 56% menos infecções, 42% menos hospitalizações e 35% menos mortes por covid-19 após a segunda dose.

Os resultados com as duas doses são excelentes: dos 523 mil israelenses vacinados com duas doses, há apenas 544 casos de covid-19, apenas quatro casos de covid-19 grave e nenhuma morte. Esses dados confirmam os obtidos em ensaios clínicos anteriores.

Mas você não tem que ir para Israel para verificar isso.

Nas Astúrias, Espanha, em 15 de fevereiro, se ultrapassou a marca de 2 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia.

Entre eles, havia uma grande proporção de pessoas vivendo em lares de idosos, onde o impacto foi considerável.

No entanto, neste momento a situação começa a ser relativamente controlada graças aos esforços de vacinação dirigidos especificamente aos residentes e trabalhadores que os cuidam.

O efeito da vacina fica evidente quando se compara a mortalidade entre idosos residentes em domicílios (quase todos vacinados), em que cai drasticamente, e o número de óbitos em pessoas que moram fora (não vacinadas), entre os quais aumenta consideravelmente.

Além disso, acabam de ser publicados os resultados de um estudo preliminar na Inglaterra, mostrando que a vacina de mRNA da Pfizer/BioNTech é eficaz na prevenção da infecção em adultos sintomáticos e assintomáticos, inclusive contra a variante "britânica" B1.1.7.


5. A confiança nas vacinas aumenta

Depois de mais de 160 milhões de doses de vacinas contra covid-19 administradas, a confiança da população nas vacinas está aumentando.

Por exemplo, uma pesquisa com 13,5 mil pessoas de quinze países da Europa, Ásia e Austrália foi realizada entre novembro de 2020 e janeiro de 2021.

Em novembro, antes de os países começarem a aprovar vacinas, apenas cerca de 40% dos pesquisados ??receberiam a vacina covid-19 e mais de 50% estavam preocupados com os possíveis efeitos colaterais.

Em janeiro, mais da metade receberia a vacina, e o número de pessoas preocupadas com os efeitos colaterais havia caído ligeiramente.

O Reino Unido foi o país em que mais pessoas manifestaram vontade de ser vacinadas (até 78% dos entrevistados) e na Espanha a proporção de pessoas dispostas a ser vacinadas passou de 28% em novembro para 52% em meados de janeiro.


6. A resposta imune ao vírus dura pelo menos oito meses

Os testes sorológicos que medem os anticorpos para SARS-CoV-2 não refletem todo o potencial, duração e memória da resposta imune ao vírus.

Saber quanto tempo dura a resposta imune ao vírus é essencial para determinar a proteção contra reinfecções, a gravidade da doença e a eficácia da vacina.

Verificou-se que, embora haja alguma heterogeneidade na resposta de acordo com cada indivíduo, na maioria das pessoas em que foi analisado mantêm uma robusta resposta imune humoral (anticorpos) e celular (linfócito T), de pelo menos entre 6 e 8 meses após a infecção, independentemente de serem leves ou graves.


7. Novos tratamentos para os casos mais graves

Já sabemos que covid-19 é muito mais do que uma pneumonia.

Se sabe muito mais sobre a doença hoje e, embora atualmente não tenhamos um antiviral específico que iniba o vírus, existem combinações de tratamentos que melhoram muito o prognóstico e reduzem a mortalidade nos casos mais graves.

Antivirais, anti-inflamatórios, anticoagulantes, corticosteroides, inibidores de tempestade de citocinas e anticorpos monoclonais são alguns exemplos.

Existem mais de 400 ensaios clínicos em andamento nos quais diferentes tratamentos e combinações estão sendo testados.

Por exemplo, de acordo com o ensaio clínico internacional Recovery, a combinação de tocilizumab (um anticorpo monoclonal dirigido contra o receptor da interleucina-6, aprovado para o tratamento da artrite reumatoide) e dexametasona (um potente glucocorticóide sintético que atua como um anti-inflamatório e imunossupressor), pode reduzir quase pela metade as mortes nos pacientes mais graves com covid-19.

Já o tratamento preventivo com anticoagulantes em pacientes covid-19 hospitalizados está associado à redução de 30% na mortalidade em 30 dias e nenhum efeito adverso de sangramento.


8. Sem gripe

Havia sérias preocupações sobre como a sobreposição do SARS-CoV-2 com outros patógenos respiratórios frequentes se comportaria nos meses de inverno.

Uma situação de "tempestade perfeita" não poderia ser descartada em que a SARS-CoV-2 coincidisse com outros vírus, como influenza ou vírus sincicial respiratório, que causam bronquiolite e pneumonia e são responsáveis ??por hospitalizações frequentes e mortes em certos setores da população mais vulnerável.

Foi sugerido que o risco de morte em pessoas infectadas por influenza e SARS-CoV-2 simultaneamente era maior do que naquelas que foram infectadas apenas pelo coronavírus, especialmente naqueles com mais de 70 anos de idade.

A coincidência de vários vírus respiratórios com o SARS-CoV-2 poderia ter causado uma carnificina em idosos.

A boa notícia é que nesta temporada a gripe e outros vírus respiratórios desapareceram, tanto nos meses de junho a agosto no hemisfério sul como agora no hemisfério norte.

Não podemos descartar que isso possa ser um problema no próximo ano (as estações em que a gripe causa a maior mortalidade são geralmente precedidas por temporadas mais benignas), mas este ano foi um verdadeiro alívio para os sistemas de saúde.

Várias são as causas que podem explicar esse declínio da gripe. Deve-se primeiro lembrar que o SARS-CoV-2 e o vírus influenza são vírus muito diferentes.

É muito provável que o menor período de incubação da gripe, a existência de imunidade anterior, a intensa campanha de vacinação este ano, as medidas de confinamento, redução de viagens, uso de máscara, higiene e distanciamento social tenham tido maior efeito na redução da transmissão deste vírus.

Ao contrário, a transmissão do coronavírus também é muito mais influenciada pelo efeito dos aerossóis, o papel dos superdistribuidores e dos pacientes assintomáticos.


9. Podemos acompanhar a evolução do vírus em tempo real

O efeito que novas variantes genéticas do SARS-CoV-2 podem ter na vacinação e durante a pandemia é incerto.

Como as mudanças genéticas podem ter um efeito potencial no comportamento do vírus, sua análise e monitoramento são essenciais.

A boa notícia é que hoje temos a capacidade de acompanhar a evolução do vírus em tempo real e o surgimento de novas variantes genéticas.

Já existem mais de 260 mil sequências do genoma SARS-CoV-2 disponíveis em bancos de dados.

Essas sequências vêm de tantos isolados obtidos de amostras humanas de fevereiro do ano passado até o presente.

Embora as alterações de nucleotídeos sejam a principal fonte de variação genética para o SARS-CoV-2, inserções, deleções (um tipo de mutação genética em que o material genético é perdido) e até mesmo recombinações também foram detectadas.

Tudo isso permite filogenias (relações de "parentesco" entre variantes virais) que podem ser usadas para fazer estimativas temporais (quando novas variantes surgem), caracterizar como o vírus se espalha geograficamente, reconstruir a dinâmica epidemiológica dentro de uma região e analisar como o vírus se adapta ao longo do tempo.

A análise das sequências do SARS-CoV-2 não tem precedentes. No banco de dados GISAID (Iniciativa Global sobre o Compartilhamento de Dados da Gripe Aviária), existem mais de 580.000 dados de sequência compartilhada.

É a primeira vez que a evolução de um vírus pandêmico é acompanhada em tempo real.


10. A pandemia global diminui

Não sabemos como a pandemia se desenvolverá nos próximos meses.

Dada a intensidade que teve até agora, é provável que surjam novas ondas, mas talvez menos intensas.

Não sabemos como será uma possível quarta onda, ou o efeito que as novas variantes genéticas que aparecem podem ter, mas a boa notícia é que em nível global a pandemia está diminuindo neste momento.

Talvez seja uma combinação de vários fatores: o vírus se comporta sazonalmente, a população adquire certa imunidade de grupo por infecção natural ou por vacinas, talvez o vírus neste processo natural de variação e mutação esteja levando a formas menos virulentas e se adapte ao seu novo hospedeiro.

Não sabemos ao certo, mas por enquanto ainda há motivos para esperança.


* Ignacio López-Goñi é Professor de Microbiologia da Universidade de Navarra, Espanha.


Fonte: BBC


Imposto de Renda
25 Fevereiro 2021 09:17:00

Prazo de entrega começa em 1º de março e vai até 30 de abril

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A partir das 8h desta quinta-feira (25), os contribuintes podem baixar o programa de preenchimento e de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2021 (ano-base 2020). O programa para computador estará disponível na página da Receita Federal na internet.

O prazo de entrega começará na próxima segunda-feira (1º), às 8h, e irá até as 23h50min59s de 30 de abril. Neste ano, o Fisco espera receber até 32.619.749 declarações. No ano passado, foram enviadas 31.980.146 declarações.

Pelas estimativas da Receita Federal, 60% das declarações terão restituição de imposto, 21% não terão imposto a pagar nem a restituir e 19% terão imposto a pagar.

Assim como no ano passado, serão pagos cinco lotes de restituição. Os reembolsos serão distribuídos nas seguintes datas: 31 de maio (primeiro lote), 30 de junho (segundo lote), 30 de julho (terceiro lote), 31 de agosto (quarto lote) e 30 de setembro (quinto lote).


Novidades

As regras para a entrega da declaração do Imposto de Renda foram divulgadas ontem (24) pela Receita. Entre as principais novidades, está a obrigatoriedade de declarar o auxílio emergencial para quem recebeu mais de R$ 22.847,76 em outros rendimentos tributáveis e a criação de três campos na ficha "Bens e direitos", para o contribuinte informar criptomoedas e outros ativos eletrônicos.

Até esta sexta-feira (26), as empresas, os bancos, as demais instituições financeiras e os planos de saúde estão obrigados a fornecer os comprovantes de rendimentos. O contribuinte, no entanto, pode adiantar o trabalho e juntar documentos como contracheques e recibos, no caso de rendimentos, e notas fiscais, usadas para comprovar deduções.

Fonte: Agência Brasil


Bolsonaro
25 Fevereiro 2021 09:15:00

Medida prevê mandatos para dirigentes do órgão

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Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (24) o projeto de lei que estabelece a autonomia do Banco Central. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 10 de fevereiro e tem como principal novidade a adoção de mandatos de quatro anos para o presidente e diretores da autarquia federal. Esses mandatos ocorrerão em ciclos não coincidentes com a gestão do presidente da República.

"A evidência empírica mostra que países que têm Banco Central mais autônomo, têm inflação mais baixa. Não só têm inflação mais baixa, como tem uma menor variável da inflação, a inflação varia menos", afirmou o presidente do BC, Roberto Campos Neto, em pronunciamento durante a cerimônia de sanção. O evento teve a presença de diversos ministros, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), além de outros parlamentares, e também marcou a posse de João Roma e Onyx Lorenzoni como novos ministros do governo.

De acordo com o texto sancionado, o presidente indicará os nomes, que serão sabatinados pelo Senado e, caso aprovados, assumirão os postos. Os indicados, em caso de aprovação pelo Senado, assumirão no primeiro dia útil do terceiro ano do mandato do presidente da República. Na prática, esse formato pode fazer com que um presidente tenha que conviver com dirigentes do Banco Central indicados em mandatos anteriores durante três anos de governo.

"Abrir mão de poder é sinal, no meu entender, de grandeza e democracia", disse Bolsonaro após assinar a sanção. A Presidência da República não informou se houve veto a algum dispositivo do projeto de lei.

O texto do projeto de lei também estabelece que o Banco Central passa a se classificar como autarquia de natureza especial caracterizada pela "ausência de vinculação a ministério, de tutela ou de subordinação hierárquica". Até então, o BC era vinculado ao Ministério da Economia.

Fonte: Agência Brasil


Dólar
25 Fevereiro 2021 09:01:00

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Nunca antes na história dos Estados Unidos tantos dólares foram emitidos.

A decisão do Fed (banco central dos EUA) de imprimir dinheiro foi tomada para combater os efeitos da recessão econômica causada pela pandemia de covid-19.

Paralelamente, a taxa de juros foi reduzida e hoje está próxima de zero. Quando isso acontece, o país tende a ficar "menos atraente" aos olhos dos investidores estrangeiros, que tendem a buscar outros mercados com retornos maiores sobre seu capital.

Como resultado, o dólar perdeu valor ante as principais moedas globais.

Mas não frente ao real.

Na verdade, a moeda brasileira se provou uma exceção, trilhando um caminho contrário às divisas de outros muitos países, inclusive emergentes: registrou forte desvalorização frente ao dólar no ano passado e recuperou-se um pouco nos últimos meses.

A série de gráficos a seguir, elaborados por Henrique Castro e Claudia Yoshinaga, professores da Fundação Getulio Vargas (FGV), a pedido da BBC News Brasil, mostra o comportamento do real frente ao dólar em três períodos diferentes, de 31 de janeiro de 2020 a 29 de janeiro de 2021, de 31 de julho de 2020 a 29 de janeiro de 2021 e, por fim, de 30 de outubro de 2020 a 29 de janeiro de 2021.


HENRIQUE CASTRO/CLAUDIA YOSHINAGA/


HENRIQUE CASTRO/CLAUDIA YOSHINAGA/


HENRIQUE CASTRO/CLAUDIA YOSHINAGA/


Como se pode observar, no primeiro período, de 31 de janeiro de 2020 a 29 de janeiro de 2021, ou seja, desde o início da pandemia do coronavírus, o real perdeu quase 22% de seu valor frente à moeda americana, deixando para trás o limite "psicológico" de R$ 4 por dólar. Foi o pior desempenho entre as 30 moedas mais negociadas do mundo mais o peso argentino.

A partir de agosto, a sangria foi estancada, mas a moeda brasileira seguiu apresentando desvalorização em relação à americana, porém, menor, de cerca de 5%. Ainda assim, permaneceu como a de pior desempenho.

E, por fim, nos últimos três meses, desde novembro, o real reverteu parcialmente a queda, valorizando-se em 5,6% ante a moeda americana. Ainda assim, sobre uma base anteriormente baixa.

Apesar disso, nos último dias, o dólar voltou a se apreciar em relação ao real.

Na segunda-feira (21/02), a moeda americana abriu em forte alta depois após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) interferir no comando da Petrobras e indicar o general Joaquim Silva e Luna para comandar a estatal. Além disso, Bolsonaro disse um dia antes que vai "meter o dedo na energia elétrica", e que, "se a imprensa está preocupada com a troca de ontem, na semana que vem teremos mais".

No fechamento do pregão desta quarta-feira (25/02), o dólar comercial terminou o dia negociado a cerca de R$ 5,42. O turismo, a R$ 5,59.

'A queda do dólar está só começando': o impacto da pandemia sobre a moeda americana


Mas o que explica esse comportamento do real frente ao dólar?

Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, esse 'descolamento' do real das moedas de outros países, inclusive emergentes, se deveu principalmente a questões internas, como risco fiscal e as incertezas sobre a trajetória da dívida pública brasileira - ao passo que as reformas prometidas pelo governo, principalmente aquelas que melhoram as contas do governo, não foram aprovadas.

"Não há dúvida de que o fator doméstico preponderou no direcionamento da taxa de câmbio. Se não fossem esses problemas locais bastantes significativos, por causa da questão fiscal, era para a nossa taxa de câmbio estar bem abaixo de R$ 5 por dólar", diz à BBC News Brasil Silvio Campos Neto, economista e sócio da Tendência Consultoria, em São Paulo.

Claudia Yoshinaga, da FGV-SP, concorda. Ela acrescenta que as reformas prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro, com exceção da da Previdência, não saíram do papel.

"A situação fiscal do Brasil é preocupante. Existia uma perspectiva de melhoria com a eleição de Bolsonaro, mas reformas aguardadas não se concretizaram, com exceção da da Previdência, que não cumpriu exatamente o que se esperava dela", assinala.

"No passado recente, tivemos a renúncia do presidente da Eletrobras, as privatizações que não saíram do papel? A discussão agora é sobre a prorrogação do auxílio emergencial, pois existe a preocupação de que esse benefício crie um rombo que o governo não vai conseguir tapar", acrescenta.

No início de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro sinalizou que o governo federal e o Congresso estão buscando formas de prorrogar o auxílio emergencial. As negociações apontam que ele voltará em quatro parcelas a serem pagas a partir de março ou abril deste ano. O benefício, lançado para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade durante a pandemia, acabou no final de 2020. Por meio dele, 67,9 milhões de beneficiários receberam parcelas de R$ 600 e depois R$ 300, ao custo de R$ 293 bilhões para os cofres públicos.

Além disso, por causa da pandemia, o governo teve que expandir gastos. O rombo nas contas do Tesouro foi de R$ 743 bilhões. Esse déficit ajudou a aumentar a dívida pública, que foi de 74,3% para 89,3% do PIB (Produto Interno Bruto, ou a soma dos bens e serviços produzidos por um país) em um ano.

E o governo precisará pagar 57% dessa fatura, de R$ 1,4 trilhão, até o 1º semestre deste ano.

Não é uma tarefa fácil. Segundo análise da IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado, o teto dos gastos públicos, aprovado em 2016 durante o governo de Michel Temer, corre riscos elevados de ser descumprido neste ano.

Tudo isso preocupa os investidores - e impacta evidentemente o comportamento do real frente ao dólar, assinalam os especialistas.


Segundo economistas, risco fiscal no Brasil teve impacto negativo na taxa de câmbio/


Futuro

Mas qual será o comportamento do dólar daqui em diante?

"O colapso do dólar apenas começou", disse Stephen Roach, professor da Universidade Yale, nos EUA, e ex-presidente do banco de investimentos Morgan Stanley na Ásia, à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Roach prevê que a moeda poderá cair mais de 35% até o final deste ano com base em três grandes motivos.

O primeiro é que há um aumento acentuado do déficit em conta corrente dos EUA, ou seja, o país paga mais no exterior pela troca de bens, serviços e transferências do que recebe.

Sua projeção é de que esse déficit continue a impulsionar a queda da moeda.

A segunda é a valorização do euro, depois que os governos da Alemanha e da França concordaram com um pacote de estímulo fiscal, além da emissão de títulos.

E a terceira é que Roach prevê que o Banco Central americano pouco faria para impedir a queda do dólar.


Stephen Roach, professor da Universidade de Yale e ex-presidente do banco de investimentos Morgan Stanley na Ásia, prevê queda de 35% do dólar até o final de 2021/


Com os EUA cada vez mais dependentes de capital estrangeiro para compensar seu crescente déficit de poupança interna, explica ele, e com as políticas adotadas pelo Fed que criam um grande excesso de liquidez, "o argumento para um forte enfraquecimento do dólar parece mais convincente do que nunca", argumenta.

Em relação aos efeitos que uma desvalorização do dólar tem sobre os mercados emergentes (como Brasil, México, Argentina, Colômbia, Peru ou Chile na América Latina), o especialista sugere que podem ocorrer aumentos em algumas bolsas desses países.

Enquanto o Federal Reserve não aumentar as taxas de juros, que é o que Roach presume que acontecerá, "a fraqueza do dólar deve causar aumentos nos mercados acionários estrangeiros em geral e nas ações dos mercados emergentes em particular."


"Sem exageros"

No entanto, outros economistas argumentam que, embora a moeda esteja um pouco fraca este ano, em nenhum caso um "crash" deve ser esperado.

"A queda do dólar não deve ser exagerada", escreveu Mark Sobel, presidente para os EUA do Fórum Oficial de Instituições Monetárias e Financeiras (OMFIF), no início de janeiro no site do centro de estudos.

Em sua visão, há uma perspectiva "desalentadora" para o dólar.

"O dólar pode cair neste ano, mas uma perspectiva muito negativa não se justifica", disse Sobel.

Um dos argumentos é que o dólar já caiu bastante (13% em 2020 em relação ao pico em março).

Outra é que em meio às incertezas globais, não é tão certo que os investidores prefiram arriscar e apostar em outras moedas que não o dólar.

Paralelamente, Sobel também diz acreditar que pode haver condições monetárias relativamente mais favoráveis nos EUA e que o atual ciclo de dólar forte está simplesmente chegando ao fim.

Ou seja, se as medidas de estímulo para a retomada da economia no país forem bem-sucedidas, muito provavelmente, o dólar pode voltar a se valorizar.

De fato, os juros de longo prazo nos EUA tiveram o maior aumento em um ano, indicando a possibilidade de que esse cenário se concretize.

Em linha com a visão de Sobel, Campos Neto, da Tendências Consultoria, diz não acreditar em uma forte queda do dólar.


Mercado brasileiro prevê que dólar encerre 2021 cotado a R$ 5,01/


Falando sobre o Brasil, ele nota que "apesar das dificuldades que temos, a percepção é que vai se fazer o mínimo para solucionar esse problema (fiscal). Com isso, nossa taxa de câmbio pode se aproximar do que o fator externo sugere, uma taxa bem mais baixa", diz o economista, ressalvando "que todo esse risco fiscal gera muita volatilidade".

Sua previsão é ligeiramente melhor do que a do mercado, que calcula que o dólar fechará 2021 cotado a R$ 5,05.

Yoshinaga, da FGV-SP, lembra que o comportamento do real frente do dólar deve depender da taxa de vacinação do Brasil.

"Se a população é vacinada mais rapidamente, a atividade econômica tende a se recuperar também com mais rapidez e a situação do país melhora", diz.


Banco Central dos EUA deu sinal verde para emissão de dinheiro e inundou mundo com dólares/


Quem ganha e quem perde

O real desvalorizado tem impacto não apenas no bolso de quem quer ou precisa comprar dólares ou de quem adquire produtos importados.

A indústria nacional consome uma série de insumos importados, como é o caso do segmento eletrônico. E há uma série de itens cuja formação de preços acaba sendo influenciada pelas cotações internacionais, como é o caso dos combustíveis e das commodities em geral.

O "dilema do arroz" é ilustrativa nesse sentido. A desvalorização - além da maior demanda internacional, que tende a elevar os preços - tende a aumentar a receita em reais de quem vende para fora.

Assim, o produtor às vezes prefere exportar do que vender no mercado interno. A menor disponibilidade no mercado interno, por sua vez, empurra o preço para cima no mercado doméstico.

A mesma lógica vale para o milho, para a soja, para o açúcar? Essa dinâmica ajuda a explicar porque os alimentos subiram tanto de preço nos últimos meses.


Fonte: BBC


Desestatização
25 Fevereiro 2021 08:56:00

Projeto de Lei cria Marco Regulatório dos serviços postais

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O Governo Federal entregou nesta quarta-feira (24/2) ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o Projeto de Lei que define o Marco Regulatório para o setor postal. Na prática, o PL possibilita a desestatização dos Correios. O texto também define a obrigatoriedade do cumprimento de metas de universalização e qualidade dos serviços e estabelece que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) seja a Agência Reguladora dos serviços postais. Desta forma, o Governo garante que a prestação do serviço postal não será deteriorada.

Em paralelo à tramitação do Projeto de Lei no Congresso, serão realizados os debates e estudos para a definição do melhor modelo de desestatização, que pode ser, por exemplo, a venda direta, a venda do controle majoritário ou de apenas parte da empresa. O processo inclui a análise pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e a participação da sociedade e do mercado por meio de audiências públicas. Por fim, o edital será remetido ao Tribunal de Contas da União (TCU) e liberado para a realização do leilão tão logo seja aprovado pela Corte.

O marco regulatório é responsável por estabelecer as regras do ambiente econômico onde interagem as empresas privadas, o Governo e os consumidores. A criação de um marco regulatório claro e bem concebido é fundamental para estimular a confiança de investidores e consumidores, para garantir o acesso aos serviços básicos à sociedade e para o bom funcionamento do setor.

"É emocionante voltar a essa Casa para entregar um projeto tão importante. Esta Casa é justa, é soberana, sabe avaliar cada ponto, vai saber ouvir todos os interessados nesse projeto. E eu, com muita honra, poderei acompanhar e também debater, ajudar a esclarecer pontos de dúvida. Vamos dar viabilidade à desestatização dos Correios", disse o ministro das comunicações, Fábio Faria.

Foto: Cléverson Oliveira, do Ministério das Comunicações


Santa Catarina
25 Fevereiro 2021 08:50:00

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O Governo de Santa Catarina, por meio das secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e da Executiva de Assuntos Internacionais (SAI), recepcionou a conselheira de Agricultura, Pesca e Alimentação da Embaixada do Reino da Espanha, Elisa Barahona Nieto, em Florianópolis. A visita ao Estado, nesta semana, tem a missão de estreitar laços e impulsionar novos negócios nos setores de portos, logística, pesca e agricultura. Na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), ela também foi recebida pela diretoria da entidade.

A conselheira enfatizou que a logística portuária catarinense e o desenvolvimento tecnológico foram dois fatores que lhe chamaram atenção no Estado. "Os armadores espanhóis que trabalham no Atlântico Sul, de diferentes modalidades, têm muito interesse em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. O que já ouvimos sobre os portos catarinenses nos fez entrar em contato com a Secretaria de Assuntos Internacionais e, agora, o nosso principal objetivo é visitar os portos. Além disso, ficamos muito interessados em ver o desenvolvimento tecnológico que o estado de Santa Catarina tem e como ele está sendo", disse Elisa.

O secretário da SDE, Luciano Buligon, destacou que o Governo de Santa Catarina está de portas abertas para o mercado internacional. "A vinda da representante do governo espanhol ao Estado só reforça este movimento muito importante de aproximação com Santa Catarina, para atração de investimentos e novos negócios", destacou. Segundo ele, com a implantação do Invest SC, novas oportunidades se abrem para o Estado com a perspectiva de parceiras com países como a Espanha, referência em infraestrutura, agricultura, tecnologia e inovação.

 A secretária Executiva de Assuntos Internacionais, Daniella Abreu, destacou a importância de estreitar relações com os investidores. "É necessário ter um canal aberto de comunicação, de informação e de confiança com o corpo consular para que os investidores se sintam seguros para vir pra cá. O InvestSC é essa porta aberta para o empresário que queira conhecer o Estado. Além disso, para que ele tenha a confiança de que Santa Catarina o está apoiando; e nós estamos preparados para receber os investidores e investimentos", frisou.

De acordo com o diretor de Inovação e Competitividade da Fiesc, José Eduardo Fiates, existe forte interesse em avançar no intercâmbio comercial e tecnológico na área do agronegócio, integrando com o setor industrial, principalmente, na parte de automação e controle. "A Espanha tem desenvolvido um trabalho intenso na produção de vegetais, legumes e hortaliças em sistemas em estufas de grande porte e automatizado uma área que Santa Catarina precisa e quer avançar. E a pesca na Espanha é muito desenvolvida; o país é o segundo maior consumidor mundial de pescados, com grande capacidade produtiva", acrescentou Fiates.

Interessada na tecnologia catarinense, na inovação em agricultura e na logística de portos, a conselheira, que também esteve na Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) e na Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável, ainda irá visitar o Perini Business Park e Ágora Tech Park, em Joinville, e os portos de Itapoá, Laguna e Imbituba.


Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDE


Previsão
25 Fevereiro 2021 08:46:00

Litoral catarinense deverá ter chuva volumosa nos próximos dias

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É importante destacar que o sol estará presente tanto nesta quinta-feira, quanto nos próximos dias. Não só no Litoral, como em todas as outras regiões. A influência de hoje até o inicio da semana que vem será da umidade do mar. A ilustração abaixo mostra que tanto um sistema de alta pressão, quanto um de baixa pressão atmosférica no oceano irão trazer (setas brancas) vento marítimo "carregado" de umidade.

Desta forma, a quinta e a sexta terão sol e nuvens em todas as regiões. Porém, ao longo do dia, há previsão de chuva no Litoral, Vale do Itajaí, Norte, Sul e cidades do Planalto mais próximas do Litoral. Como essa umidade do mar não interfere do Meio Oeste ao Oeste, estas regiões terão dois dias de sol e nuvens.

As temperaturas da tarde passam um pouco dos 30ºC no Oeste ficando entre 26 e 28ºC em boa parte das cidades.

VOLUME DE CHUVA

Destaco que no fim de semana essa umidade do mar continuará. Portanto, o Litoral e as áreas próximas ainda terão aberturas de sol, só que a chuva seguirá prevista. Importante salientar que o sábado tem mais sol e menos chuva e o domingo é inverso.

O mais importante é que essas pancadas de chuva - quanto mais próximo de morros, mais forte - que ocorrem de hoje até domingo deverão trazer volumes mais elevados no Litoral e áreas próximas.

A ilustração abaixo mostra bem isso. Perceba que o volume mais alto ocorre até sobre o mar, mas é interessante ficar atento nas áreas de encostas na faixa Leste de SC.


POR: LEANDRO PUCHALSKI - NSC TOTAL 


Facção criminosa
25 Fevereiro 2021 08:25:00

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Forças de segurança pública de seis estados cumprem mais de 280 mandados judiciais. Coletiva explicará a operação hoje (25/2), às 15h30, pelo YouTube.

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e as forças de segurança de seis estados deflagraram megaoperação contra facção criminosa. Estão sendo cumpridos neste momento 284 mandados - 142 de prisões e 142 de busca e apreensão.

Estão na rua mais de 400 Policiais - Civis, Militares e Rodoviários Federais -, servidores do Instituto Geral de Perícias e Agentes do Departamento de Administração Prisional.

O GAECO identificou que a facção criminosa tinha como objetivo primordial a expansão da atuação no Estado de Santa Catarina, com foco na região de fronteira entre as cidades de São Miguel do Oeste, Chapecó e Dionísio Cerqueira. Assim como na região de Joinville em razão da proximidade dos Portos de Santa Catarina e Paraná.

Mais informações durante entrevista coletiva, às 15h30, pelo canal do Youtube do MPSC.


BR-470
25 Fevereiro 2021 08:23:00

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O Consórcio Ivaí-Setep, responsável pela duplicação do Lote 02 da rodovia BR 470, informa que irá realizar detonação de rochas às margens da rodovia. A detonação ocorrerá entre os Km 41 a 42, conforme marcos quilométricos, no dia 25 de fevereiro de 2021 quinta feira. A operação ocorrerá por volta das 12h, visto se tratar de horário com menor fluxo de veículos na rodovia. O tempo estimado de interrupção necessário para realização dos trabalhos e limpeza da pista será de aproximadamente 02 (duas) horas. Equipes do Consórcio Ivaí-Setep estarão a postos e alinhadas para garantir a segurança aos usuários e moradores das comunidades próximas.

Salientamos que este procedimento é necessário para a continuidade das obras de duplicação, sempre observando que o transtorno é temporário, mas o benefício é permanente.

Fonte: Jornalismo Nova FM


Vandalismo
25 Fevereiro 2021 08:16:00

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A Polícia Militar de Arabutã registrou na manhã desta quarta-feira, dia 24, um registro de Boletim de Ocorrência de vandalismo em um túmulo do Cemitério de Serra Alta.

Nas últimas horas, a família do ex-vereador Élio Losch, foi informada do fato.

Ao chegar no cemitério, a família se deparou com a situação. Pessoas ainda não identificadas atearam fogo no túmulo do filho do ex-vereador.

No final do ano passado, um acidente trágico vitimou o filho do ex-vereador Valdir Losch, 37 anos, e o caroneiro do automóvel.

O acidente ocorreu no acesso a Arabutã. De acordo com os familiares, a Polícia Militar foi acionada na manhã desta quarta-feira, dia 24, e irá apurar a autoria do crime. O túmulo foi totalmente destruído pelo fogo. Os familiares acreditam que algum produto inflamável possa ter sido utilizado devido ao estrago provocado.

Valdir Losch foi sepultado ao lado do túmulo dos avós - que também foi parcialmente atingido pelo fogo.

Fonte: Atual FM


Coronavírus
25 Fevereiro 2021 08:14:00

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A Polícia Militar de Santa Catarina inicia nesta quinta-feira, às 8h, operação para intensificar ações de fiscalização sanitárias com foco na redução dos casos de contaminação e óbitos por COVID-19 no Estado de Santa Catarina. Neste sentido, está sendo destacado um efetivo exclusivo de 500 policiais de reforço, lotados no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), da Diretoria de Instrução e Ensino (DIE) - oriundos do Curso de Formação de Soldados 2020. Esses Policiais Militares irão incorporar ao efetivo existente nos municípios os quais serão destacados visando o fortalecimento das fiscalizações.

Os municípios que serão atendidos com esse reforço registram o total de 513.009 casos de COVID-19, que representa 81,60 % do número total de casos registrado no estado de Santa Catarina. Ao todo serão atendidos 65 municípios de todas as regiões do estado nesta fase da operação. O emprego da tropa poderá ser alterado de acordo com as necessidades apontadas pela área da Saúde.

A população atendida com esse efetivo exclusivo de 500 policiais militares corresponde à 5.447.243 (cinco milhões quatrocentos e quarenta e sete mil duzentos e quarenta e três) habitantes, que representa 75,11 % da população total de Santa Catarina. Destacamos que a operação COVID-19 da PMSC continua acontecendo em todo o Estado com o efetivo local. Desde o início dessa operação, que totaliza 344 dias e mais de 360 mil fiscalizações realizadas em todo o Estado.

Fonte: DCE


Acidente
25 Fevereiro 2021 08:11:00

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Um grave acidente deixou três homens mortos em Dionísio Cerqueira (SC)na noite de quarta-feira (24), por volta das 22 horas. De acordo com portal Tri, o acidente envolveu uma motocicleta Honda CG/Titan com placa de Dionísio Cerqueira e um veículo VW Gol, placas de Balneário Rincão (SC).

Segundo o portal Tri, as vítimas foram identificadas com 21 e 18 anos, que eram ocupantes da motocicleta que morreram no local. Já no veículo estavam duas pessoas o condutor um homem de 31 anos que também morreu no local e um jovem que não teve a idade informada que foi conduzido ao Hospital Municipal de Dionísio Cerqueira para atendimento médico.

O Instituto Geral de Perícias (IGP) e Instituto Médico Legal (IML) de São Miguel do Oeste estiveram no local para a remoção e posterior identificação das vítimas. As causas do acidente são apuradas, mas, ao que tudo indica foi uma colisão frontal, sendo que após o choque o carro e a moto caíram em uma ribanceira ao lado da pista, conforme informações obtidas no local pela reportagem do portal Tri, a moto ficou distante cerca de 16 metros do veículo, e ficou completamente destruída.

De acordo com informações do Portal Tri, um dos jovens envolvidos na colisão fatal estava realizando um curso na cidade, sendo que o outro jovem foi buscar o mesmo para retornarem para o interior, momento em que aconteceu a tragédia, a moto seguia no sentido comunidade de Idamar e o veículo estava se deslocando até a cidade.

A PRF de Planalto (PR), esteve no local para realizar o levantamento do acidente e controlar o trânsito que ficou lento durante a ocorrência. Atenderam o fato o Corpo de Bombeiros e SAMU de Dionísio Cerqueira, Polícia Civil, IML, IGP e Polícia Rodoviária Federal.

Fonte: ClicRDC


Coronavírus
25 Fevereiro 2021 08:08:00

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O Brasil acumula um quarto de milhão de mortes por covid-19, às vésperas de se completar um ano desde o primeiro caso de coronavírus ter sido identificado no país.

Segundo as contas do consórcio de imprensa (formado por Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1), o país alcançou nesta quarta-feira (24/02) a marca de 250.036 mil mortos por coronavírus - o segundo país no mundo a chegar nesse patamar, atrás apenas dos EUA, que nesta semana superou a marca de 500 mil mortes.

Há uma segunda contabilização de casos e mortes, feita pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), segundo o qual o número total de mortos pelo vírus no país chegou a 249.957.

É como se a pandemia tivesse aniquilado totalmente a população de uma cidade média brasileira - como Americana (SP), Itaboraí (RJ) ou Novo Hamburgo (RS) - ou até mesmo de um país pequeno, como São Tomé e Príncipe, na África.

O número de 250 mil pessoas assusta quando é colocado em perspectiva:

  • É como se a pandemia tivesse matado três Maracanãs lotados.
  • A pandemia matou até agora a mesma quantidade total de brasileiros que morreram de qualquer causa nos dois primeiros meses de 2019.
  • O número de mortos pela covid na pandemia é quase seis vezes maior do que o de mortos por homicídio no Brasil em todo 2020
  • É como se tivessem morrido 680 pessoas por dia desde que o primeiro caso de covid-19 foi registrado no Brasil. Isso equivale a 28 mortes por hora.

O marco acontece na mesma semana do aniversário de um ano do primeiro caso de coronavírus confirmado oficialmente no Brasil. No dia 26 de janeiro, um homem de 61 anos foi internado em um hospital em São Paulo, após ter passado os dias do carnaval na Lombardia, na Itália.


Apenas duas semanas depois, no dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente que havia uma pandemia de coronavírus, que se originou em Wuhan, na China. Naquele dia, havia 118 mil casos confirmados em 114 países do mundo, com 4,2 mil mortes. No entanto, naquela época ainda pouco se sabia sobre o vírus, e havia poucos testes e estatísticas confiáveis.

Nos meses que seguiram, houve muita confusão e pouco entendimento do que poderia acontecer. Estimativas sobre o número de mortos variavam de 1 milhão de mortos (previsão de pior cenário feita pelo Imperial College de Londres) a menos de 3 mil mortos (previsão do político Osmar Terra).

No final de março, o então ministro da Saúde, Henrique Mandetta, previu que até abril haveria um colapso do sistema brasileiro de saúde, que seria incapaz de lidar com as hospitalizações em massa. No mesmo dia, o presidente brasileiro se referiu ao coronavírus como "uma gripezinha".

Nas semanas seguintes, o Brasil viu disputas políticas, medidas desencontradas e superlotação de hospitais. Três ministros da Saúde (Henrique Mandetta, Nelson Teich e o atual, Eduardo Pazuello) passaram pela pasta. Estados e municípios ficaram responsáveis por decidir localmente sobre medidas de restrição de quarentena e fechamentos de estabelecimentos comerciais, escolas e transporte público. O governo federal começou em abril o pagamento de um auxílio emergencial para trabalhadores que perderam sua renda por causa da pandemia.

No dia 8 de agosto de 2020, foi atingida a marca de 100 mil mortos. No dia 7 de janeiro deste ano, o país ultrapassou as 200 mil mortes.

Em janeiro deste ano, começou a vacinação da população, mas, sem doses suficientes, muitas cidades tiveram de interromper suas campanhas.


Números proporcionais

Apesar de ser o segundo país com o maior número absoluto de mortos por covid-19, a situação é diferente quando se analisam apenas mortes em relação ao tamanho da população. O Brasil tem a sexta maior população do mundo.

  • Risco de morrer de covid-19 no Brasil foi mais de 3 vezes maior que no resto do mundo em 2020

Na comparação com o tamanho da população, o Brasil fica entre os 30 países com mais mortes por covid-19 para cada 100 mil pessoas de sua população. Em alguns países como Reino Unido, Portugal, Itália e Estados Unidos, houve mais mortes do que no Brasil, na proporção da população.

Também na comparação proporcional, houve mais mortos no Brasil do que na Argentina, Alemanha e Rússia.

Fonte: BBC


Coronavírus
25 Fevereiro 2021 08:01:00

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Um novo lote com 48.200 doses da vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, chegou a Florianópolis às 19h10 desta quarta-feira, 24. Essa foi a segunda remessa de doses que o estado recebeu em apenas um dia. Pela manhã, Santa Catarina havia recebido um lote com 59.500 doses da vacina Oxford/AstraZeneca. As duas remessas somam um total de 107.700 doses recebidas em apenas um dia.

A distribuição dessas doses para as Unidades Descentralizadas de Vigilância Epidemiológica (UDVES) das Regionais de Saúde de Santa Catarina será feita na quinta, 25. As 59.500 doses da Oxford/AstraZeneca serão distribuídas de forma integral, sem reserva da Dose 2 (D2), tendo em vista que o intervalo entre a D1 e a D2 desta vacina é de 12 semanas. No caso da vacina Coronavac/Butantan, será distribuída apenas metade das doses recebidas (24.100) para a aplicação da Dose (D1), considerando que o intervalo dessa vacina é menor, de 2 a 4 semanas. Desta forma, serão enviadas 83.600 doses aos municípios. Essa forma de distribuição segue recomendação do Ministério da Saúde (MS).

O Estado também vai enviar junto com essa nova remessa de doses, as 42.500 da vacina Coronavac/Butantan que chegaram a Santa Catarina no dia 7 de fevereiro e estavam armazenadas na Rede de Frio estadual para garantir a aplicação da D2. Essas doses serão aplicadas naqueles que já receberam a D1 da vacina.

A distribuição das doses ocorrerá via terrestre e contará com o apoio das forças de segurança do estado que farão a escolta. A previsão é que todas as UDVES recebam as vacinas ainda na quinta, 25. Todas as doses serão enviadas de forma proporcional e igualitária, de acordo com a população estimada dos grupos prioritários de cada município.

"O Estado não tem medido esforços para garantir que as doses sejam entregues às regionais, e consequentemente, aos municípios, o quanto antes, para que possamos rapidamente avançar nas etapas de imunização do povo catarinense", afirma Eduardo Macário, superintendente de Vigilância em Saúde de SC.


Ampliação da vacinação para os idosos entre 80 e 84 anos

Com a chegada dessas novas doses da vacina, o estado conseguirá ampliar a vacinação para outros grupos prioritários. Agora, serão incluídos na vacinação os idosos entre 80 e 84 anos. A população total deste grupo prioritário é de 80.691 pessoas. Os demais grupos: trabalhadores da saúde, população indígena e idosos a partir dos 85 anos continuam sendo vacinados, conforme orientação inicial.

"O objetivo desta nova fase da Campanha é imunizar 100% dos idosos entre 85 e 89 anos, 35% da população entre 80 e 84 anos e mais 8% dos trabalhadores da saúde. É importante que os municípios organizem estratégias para vacinar esses grupos assim que as vacinas sejam recebidas", ressalta o diretor da Dive, João Fuck.


Santa Catarina recebeu mais de 405 mil doses de vacina

Santa Catarina recebeu um total de 405.840 doses das vacinas Oxford/AstraZeneca e Coronavac/Butantan em seis remessas. Elas chegaram ao estado nos dias 18, 24 e 25 de janeiro; 7 e 24 de fevereiro (2 remessas em um só dia). As doses foram encaminhadas ao estado nesta ordem:

  • 18.01.2021 - 144.040 doses Butantan/Coronavac - Distribuído: (D1: 19/01 e D2: 02/02)
  • 24.01.2021 - 47.500 doses Oxford/Astrazeneca - Distribuído: (D1: 25/01)
  • 25.01.2021 - 21.600 doses Butantan/Coronavac - Distribuído (D1: 02/02 e D2: 19/02)
  • 07.02.2021 - 85.000 doses Butantan/Coronavac - Distribuído (D1: 08/02 e D2: 25/02)
  • 24.02.2021 - 59.500 doses Oxford/Astrazeneca - Distribuído (D1: 25/02)
  • 24.02.2021 - 48.200 doses Butantan/Coronavac - Distribuído - metade 24.100 (D1: 25/02)

D1: Primeira Dose | D2: Segunda Dose


Estado aplicou mais de 211 mil doses da vacina

Santa Catarina aplicou um total de 211.772 (D1+D2) doses da vacina contra o novo coronavírus nas pessoas dos grupos prioritários: trabalhadores da saúde, idosos e deficientes institucionalizados, população indígena e idosos com mais de 85 anos. Deste total, 159.697 correspondem à Dose 1 (D1), cobertura vacinal de 63,16% e 52.075 a Dose 2 (D2), cobertura vacinal de 20,60%.

Os dados são do Balanço Parcial de Vacinação da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina divulgado nesta quarta, 24. O boletim é elaborado pela Dive com informações dos municípios catarinenses.

Com relação à D1, nos grupos prioritários, a cobertura é de 75,01% nos trabalhadores da saúde; 112,45% nos idosos institucionalizados; 71,76% na população indígena; 59,91% nos idosos com 90 anos e mais; e 14,46% nos idosos com idade entre 89 e 85 anos.

Com relação à D2, nos grupos prioritários, a cobertura é de 26,28% nos trabalhadores da saúde; 81,29% nos idosos institucionalizados; 35,75% na população indígena; 1,91% nos idosos com 90 anos e mais; e 0,11% nos idosos com idade entre 89 e 85 anos.


NUCOM - Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)




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