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- Durante ato na Paulista, Eduardo Bolsonaro condicionou a viabilidade da anistia à eleição de Flávio Bolsonaro e à formação de uma bancada conservadora robusta no Congresso Nacional. Foto: Silas Malafaia/YouTube/ND Mais
Em participação à distância na manifestação "Acorda Brasil", deputado condicionou liberdade de aliados à vitória do irmão
Sem citar o Supremo Tribunal Federal (STF) ou o presidente Lula, o deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou neste domingo, dia 1º de março, que a eleição de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, à Presidência da República é o caminho para garantir a anistia a aliados políticos.
A declaração ocorreu por meio de uma transmissão de vídeo durante a manifestação denominada “Acorda Brasil”, que reuniu milhares de apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo.
O caminho para a anistia
Para Eduardo, o processo eleitoral deve ser encarado como uma ferramenta para buscar o que chamou de “justiça”. Ele conectou o sucesso de uma futura candidatura de Flávio, atrelada à formação de uma bancada conservadora robusta no Congresso Nacional, à libertação de aliados e de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem se referiu como vítima de uma "prisão injusta".
“A eleição é só a ferramenta, o caminho talvez mais rápido para a gente levar justiça que será traduzida em anistia, se Deus quiser, com a eleição do Flávio Bolsonaro presidente”, declarou o deputado aos manifestantes.
Eduardo também mencionou que o movimento representa aqueles que não puderam estar presentes, citando pessoas presas e exilados nos Estados Unidos e na Argentina. Ao finalizar sua participação, ele agradeceu aos aliados e pediu foco na liberdade, afirmando que o grupo prefere “as lágrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado”.
Lideranças presentes e mobilização
O ato teve início às 14h, na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), e contou com a presença de diversas lideranças da direita brasileira. Embora Eduardo tenha adotado um tom mais cauteloso em relação às instituições em seu discurso, o clima nas ruas foi de críticas abertas, com manifestantes exibindo faixas pedindo “Fora Lula” e “Fora Moraes”, além de carregarem bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel.
Além do próprio Flávio Bolsonaro, participaram do evento no trio elétrico os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO), o prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não participou do ato na Paulista devido a uma recuperação cirúrgica.
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Fonte: ND
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